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O advento das técnicas microcirurgicas permitiu que estruturas que não eram vistas a olho nu pudessem ser reparadas com instrumentação específica. Desde o primeiro reimplante em 1962, houve um progresso crescente no desenvolvimento e difusão das técnicas necessárias para esse procedimento, tornando-o disponível em vários centros médicos do mundo.


Existem poucos estudos sobre o impacto de amputações na populacão. Um estudo sueco estimou a incidência em 1,9 por 100.000 pessoas por ano, sendo a maioria em homens jovens. É provável que essa incidência seja bem maior na população brasileira, que vive em uma realidade mais violenta, com mais trabalho informal e sem equipamentos de proteção adequados.


Diante de uma amputação é fundamental que o atendimento de emergência seja adequado. No primeiro momento deve-se focar no atendimento do trauma em si, atentando-se para outras lesões associadas (traumatismo craniano ou abdominal por exemplo). No segundo momento deve-se focar no cuidado do coto de amputação e da parte amputada. O coto de amputação deve receber um curativo úmido. Em relação as partes amputadas, todos os fragmentos devem ser coletados na cena de trauma, envolvidos com gaze, imersos em um saco plástico com soro. Este saco, por sua vez, deve ser colocado em gelo. O objetivo é resfriar as partes amputadas, porém sem congela-las.


Uma dúvida frequente é em relação ao tempo hábil para realizar o reimplante. No caso de amputação de dedos o procedimento pode ser feito em até 12 horas se não houver resfriamento da parte amputada ou até 24 horas se houver preservação no gelo. No caso de amputações mais proximais (mão, antebraço e braço) o tempo é bem menor, em torno de 6 horas do trauma.


O tempo entre o trauma e o atendimento especializado em reimplante é apenas um fator a se considerar ao indicar o reimplante. Outros fatores importantes são comorbidades, mecanismo de trauma, idade e tabagismo também são levados em conta para indicar o procedimento.


É importante saber que o reimplante de membros é uma técnica factível e consolidada, podendo ser realizada se houver o atendimento adequado e em tempo hábil.

As fraturas dos dedos (falanges e metacarpos) são as mais comuns dos membros superiores. Cerca de 70% dos casos acontecem entre 10 e 40 anos de idade. Podem ocorrer no contexto de pequenos traumas esportivos ou em acidentes de alta energia, quando podem associar-se a outras lesões nas mãos e em outros orgãos. Historicamente as fraturas dos dedos eram tratadas conservadoramente, porém nos ultimos anos o tratamento cirurgico está aumentando graças a diversos fatores como: o avanço das técnicas cirurgicas, o melhor entendimento biomecânico, disponibilidade de implantes mais tecnológicos, exames de imagem mais detalhados, e também devido ao aumento das expectativas e da demanda funcional dos pacientes.


Portanto é fundamental que um cirurgião de mão avalie de forma individual as fraturas dos dedos para melhor definir a estrategia de tratamento e alcançar o melhor resultado funcional.

Do total de lesões traumáticas, 19% ocorrem nas mãos. Sempre que ocorrer ruptura da pele há risco potencial de lesão tendínea, seja dos flexores ou dos extensores.


As lesões tendíneas são umas das mais frequentes causas de procura ao pronto Socorro de ortopedia. Acometem desde crianças, quando vitmas de ferimentos corto-contusos recreacionais, até adultos, decorrente de acidentes domésticos (cortes com faca ou vidro) ou de acidentes trabalhistas, que frequentemente causam lesões neurotendíneas complexas.


Diante de um acidente cortante nas mão é recomendado que o ferimento seja lavado com água e coberto com uma gaze ou pano limpo até a chegada ao pronto atendimento. Caso nao seja disponível um ortopedista no primeiro momento, a lesão deve ser lavada e suturada até que o paciente consiga uma consulta com o médico especialista para uma avaliação detalhada e para programar o tratamento definitivo.
As lesões tendíneas necessitam de tratamento especializado com o cirurgião de Mão porque o seu reparo é feito com técnicas específicas e pode estar associado a lesão de nervos, o que deve ser abordado em conjunto.


Assim como toda as patologias de mão, o sucesso do tratamento das lesões tendíneas depende especialmente da reabilitação pós-operatória. A cooperação entre o Cirurgião de Mão e a Terapêuta Ocupacional é fundamental para alcançar um bom resultado funcional.

As fraturas do radio distal correpondem a aproximadamente 16% das fraturas tratadas pelos ortopedistas. Existem três grupos populacionais que concentram a incidência dessas fraturas. O primeiro são as crianças, com traumas em atividades recreacionais. O segundo são homens jovens com fraturas relacionadas a traumas de alta energia, como os acidentes motociclisticos. O terceiro são as mulheres idosas, com traumas de baixa energia, relacionados a osteoporose e frequentemente associados a fratura do fêmur proximal e do úmero proximal.


Cada grupo de pacientes possui uma estratégia de tratamento e reabilitação. Frequentemente são fraturas complexas com muita fragmentação articular, o que exige um conhecimento anatômico detalhado e domínio dos diferentes métodos de fixação de fratura.

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Tenho buscado oferecer ao paciente o meu conhecimento em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Conciliando um diálogo claro com a dedicação ao paciente, procuro esclarecer acerca das doenças e dos tratamentos possíveis, afim de alcançar os melhores resultados. Acredito que dessa forma pode-se ajudar os pacientes a recuperar a complexa função das mãos.  Dr Frederico Faleiro Ramos

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