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A lesão de plexo braquial do adulto pode ter diferentes graus de manifestação. São causadas por trauma de alta energia na região do ombro ou cervical que levam a estiramento das raizes nervosas que formam o plexo braquial, que é a estrutura anatômica responsável por toda a inervação do membro superior. Ferimentos por arma de fogo ou por arma branca nessa região também causam a LPB.


Os déficits neurológicos motores são variados, podendo ser parcial (acometendo ombro, cotovelo ou a mão) ou total (infelizmente a maioria dos casos). Além da paralisia, ocorre dor devido ao rompimento dos nervos.


Deve-se fazer uma avaliação clínica logo após o trauma, para saber a extensão da lesão e a sua evolução nos primeiros meses. É fundamental que se faça um estudo eletrodiagnóstico e de ressonância magnética para complementar o diagnostico. Para as lesão por estiramento, geralmente espera-se cerca de 6 meses para definir a estrategia de tratamento. Pode-se fazer apenas o tratamento fisioterápico, especialmente nos casos em que há franca melhora de todos os déficits neurológicos. O tratamento cirurgico é dividido em 2 grupos. O primeiro são as cirurgias neurológicas e engloba a neurólise, enxertia de raizes nervosas e neurotizaçoes distais (frequentemente se usa a combinação de técnicas). O segundo grupo é o das cirurgias ortopédicas, que são feitas em um segundo momento, meses após as cirurgias neurológicas. Tratam-se de artrodeses, transferências tendíneas e tranferências musculares. Há ainda a transferência muscular livre microcirurgica, que é uma combinação dos dois grupos.


A LPB é uma patologia grave, de prognóstico variável e que pode ter um impacto grande na funcionalidade do paciente. O tratamento é longo e exige bastante comprometimento do paciente com as várias etapas.

As lesões ligamentares dos dedos são causadas por traumas diretos e indiretos decorrentes de atividades esportivas, domésticas ou trabalhistas. É importante que se faça uma avaliação precoce para afastar fraturas e lesões tendíneas associadas. A anatomia ligamentar da mão é extremamente complexa, portanto, para fazer o diagnóstico correto, é necessario um exame fisico minucioso associado a exames de imagem complementares. Em geral o tratamento consiste em ortetização precoce associado a analgesia local e sistêmica, e é seguido por um protocolo de reabilitação para ganho de movimento. O tratamento especializado é fundamental para evitar complicações como rigidez e distrofia. O edema e a dor das lesões ligamentares dos dedos podem demorar meses para regredirem.

A artrose dos dedos é uma das causas mais comuns de queixas nas mãos, especialmente em pacientes acima dos 70 anos. Embora a causa específica da artrose não esteja esclarecida, existe um componente genético familiar, além do uso repetido das mãos ao longo da vida. A artrose acomete as articulações das mãos mais do que qualquer outra articulacão do corpo. Geralmente se apresenta com aumento do tamanho articular, dor, sensibilidade e deformidades. O tratamento se baseia em controle dos sintomas com medicamentos, ortetização para proteção articular, adaptação das atividades cotidianas e eventualmente há necessidade de tratamento cirurgico.

A rizartrose é um tipo específio de artrose dos dedos que acomete a base do polegar. Estima-se que acometa uma em cada três mulheres e um em cada oito homens. Apresenta-se com dor localizada, além de deformidade no restante do polegar. Assim como os outros tipos de artrose o tratamento é inicialmente clínico através do uso de órtese, sendo o tratamento cirurgico reservado para casos em que não há resposta satisfatória inicialmente.

A sindactilia é a fusão variável de partes moles e óssea entre dois dedos adjacentes. Trata-se de uma mal-formação congênita comum, com incidência de 1 em 2000 nascidos vivos, sendo duas vezes mais comum em homens. É bilateral em metade dos casos, sendo que 10-40% dos casos têm história familiar positiva. Pode apresentar-se isoladamente ou associada a outras mal-formações nas mãos ou sistêmicas.


A sindactilia tem um impacto estético, funcional e no desenvolvimento da criança. A aparência da mão é mais alterada quanto mais grave é a doença. A doença impede a movimentação independente dos dedos e quando há envolvimento de dedos de tamanhos diferentes ocorrem contraturas em flexão e desvio angular a medida que a criança cresce.


O tratamento é eminentemente cirurgico. Exceção a regra são os casos de sindactilia incompleta sem comprometimento funcional, condições médicas que contra-indicam cirurgia ou sindactilias complexas em que a tentativa de separação põe em risco os dedos da criança.


Em relação a idade em que se deve fazer a separação, geralmente se faz após os 2 anos de idade em que o risco anestésico é menor. Quando multiplos dedos estão envolvidos, as cirurgias são feitas em estágios de forma que a reconstrução termine ainda na idade escolar.

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Tenho buscado oferecer ao paciente o meu conhecimento em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Conciliando um diálogo claro com a dedicação ao paciente, procuro esclarecer acerca das doenças e dos tratamentos possíveis, afim de alcançar os melhores resultados. Acredito que dessa forma pode-se ajudar os pacientes a recuperar a complexa função das mãos.  Dr Frederico Faleiro Ramos

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