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Ortopedia e Cirurgia da mão

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Síndrome do Túnel do Carpo, Lesões de nervo periférico, entre outros.

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A lesão do ligamento colateral ulnar do polegar é uma lesão ligamentar específica da mão. Historicamente a lesão foi descrita quando o polegar do esquiador fica preso ao esqui durante uma queda. No nosso meio, o trauma direto sobre o polegar causando seu desvio radial (como se o polegar fosse puxado para o lado) pode ocorrer após quedas com mão espalmada ou em traumas com bola.


A lesão se apresenta com equimose e edema sobre a articulação metacarpo-falangeana do polegar. Ao exame clinico há instabilidade a manobra de stress. A questão que torna essa lesão peculiar é que pode haver interposição de tecidos sobre o ligamento, impedindo que ele cicatrize. O diagnóstico da interposição é auxiliado por exames de imagem como ultrassonografia e ressonância magnética.


A função do polegar corresponde a 50% da função total da mão, portanto é fundamental que seja completamente restaurada para o reestabelicimento das atividades cotidianas.

As mãos são especialmente susceptíveis a infecções. Os dedos sofrem repetidos traumas durante as atividades cotidianas domésticas ou no trabalho, permitindo que bactérias causem diferentes tipos de infecções agudas, como por exemplo a paroníquea (frequente após procedimentos de manicure), félon e outros. Nesses casos ocorre dor, vermelhidão e calor local, podendo até haver drenagem de secreção purulenta.


Existem também as infecções crônicas, que são causadas por bactérias e fungos. São mais comuns em pessoas que colocam as mãos imersas em água (lavando louça por exemplo). Caracteristicamente se arrastam por semanas e podem causar deformidades da pele e na unha.


Tanto as infecções agudas quanto as crônicas podem ser tratadas com medidas locais, medicações e eventualmente com procedimentos cirurgicos

A luxação congênita da cabeça do radio é a mal formação congênita mais comum do cotovelo. Geralmente é bilateral e em até 60% dos casos está associada a outras alterações do membro, como por exemplo a sinostose radio-ulnar. A principal manifestação é a limitação de rotação do antebraço, o que pode se tornar evidente apenas em crianças maiores que fazem atividades manuais mais complexas.


A limitação de movimento raramente causa comprometimento funcional para as atividades cotidianas de crianças. Na idade adulta, caso o paciente tenha sintomas severos, pode-se optar pelo tratamento cirurgico em que se faz a ressecção da cabeça do radio.

A sindactilia é a fusão variável de partes moles e óssea entre dois dedos adjacentes. Trata-se de uma mal-formação congênita comum, com incidência de 1 em 2000 nascidos vivos, sendo duas vezes mais comum em homens. É bilateral em metade dos casos, sendo que 10-40% dos casos têm história familiar positiva. Pode apresentar-se isoladamente ou associada a outras mal-formações nas mãos ou sistêmicas.


A sindactilia tem um impacto estético, funcional e no desenvolvimento da criança. A aparência da mão é mais alterada quanto mais grave é a doença. A doença impede a movimentação independente dos dedos e quando há envolvimento de dedos de tamanhos diferentes ocorrem contraturas em flexão e desvio angular a medida que a criança cresce.


O tratamento é eminentemente cirurgico. Exceção a regra são os casos de sindactilia incompleta sem comprometimento funcional, condições médicas que contra-indicam cirurgia ou sindactilias complexas em que a tentativa de separação põe em risco os dedos da criança.


Em relação a idade em que se deve fazer a separação, geralmente se faz após os 2 anos de idade em que o risco anestésico é menor. Quando multiplos dedos estão envolvidos, as cirurgias são feitas em estágios de forma que a reconstrução termine ainda na idade escolar.

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Tenho buscado oferecer ao paciente o meu conhecimento em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Conciliando um diálogo claro com a dedicação ao paciente, procuro esclarecer acerca das doenças e dos tratamentos possíveis, afim de alcançar os melhores resultados. Acredito que dessa forma pode-se ajudar os pacientes a recuperar a complexa função das mãos.  Dr Frederico Faleiro Ramos

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